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“A Hospedeira”, um dos meus livros favoritos, virou filme

Quando peguei “A Hospedeira”, de Stephenie Meyer, para ler fiquei impressionada. Li o livro todo em uma noite, simplesmente porque não consegui desapegar e ir dormir sem saber o que ia acontecer. No comecinho a leitura foi um pouco lenta, confesso… mas não demorou muito para a história ficar muito boa.

Acontece isso com vocês, de ler o livro todo em uma noite? Ou eu sou desesperada mesmo? hehe

Não sei explicar, mas é o tipo de história que de tão bizarra chega a ser boa, sabe? O livro me prendeu muito e a personagem principal, Melanie, é uma das minhas personagens favoritas de sempre. Eu adoro triângulos amorosos, mas esse em especial é sensacional.

E se você torceu o nariz ao saber que o livro é da Stephenie Meyer (sim, a do Crepúsculo) não se engane. As histórias são tão diferentes que nem sequer parece a mesma autora. Pelo menos essa foi a minha impressão …

Fiquei bem feliz quando soube que “The Host” ia virar filme, mas não acompanhei nada sobre o assunto. Hoje saiu um teaser trailer, e acabei de assistir! Não sei ainda dizer se gostei ou não, o trailer começa muito bem, mas achei as pessoas bem toscas, estilo Photoshop #fail.

O que acharam? A única parte que deixa uma expectativa é quando ela fala “It is no longer your world”.

Eu não sou daquelas pessoas chatas que ficam reclamando sempre que as adaptações para o cinema não ficam iguais aos livros, porque é meio óbvio que nunca vai ficar igual. O cinema tem outras necessidades, diferentes do livro, e acho normal adaptarem e mudarem coisas.

Só fico brava quando mudam coisas e as deixam absurdas. Como a história de “A Hospedeira” já é um pouco absurda, fico preocupada. Acho que a linha entre o bizarro e o muito bom fica muito clara no livro. Não sei até qual ponto vão conseguir manter isso nas telas, mas quero muito vero resultado final. :)

Tem um longo ano pela frente ainda, a estreia do filme é prevista para 29 de março de 2013 nos Estados Unidos …

Para quem não conhece a história, vale a pena ler a sinopse aqui. Eu recomendo a leitura, mesmo! :)

Rio, o filme, e Taio Cruz

Acho que meu amor por filmes de animação nem pode ser medido: amo sem limites! <3
Esse final de semana assisti Rio, e mesmo que não seja mais lançamento eu não podia deixar de comentar sobre o filme que fez tanto sucesso no Brasil (e no mundo todo).

O que dizer sobre o filme? Gente, que coisa mais linda! É emocionante de ver como uma animação pode ser tão mágica, tão perfeita, tão ouuuunnnn! *_*

O filme conta a história do pássaro Blu, uma arara azul criada em casa, que nasceu no Brasil mas foi vendida no tráfico de animais silvestres para uma moradora de Minnesota, nos Estados Unidos. Até que sua dona descobre que Blu é o último macho da espécie. Só existe uma fêmea, Jade, uma arara azul que mora no Rio de Janeiro, e eles decidem ir até lá, pelo bem da espécie. :)

Toda a história a partir dai é muito fofa e divertida, e apesar de ser aparentemente um filme para crianças aborda toda uma mensagem séria sobre o tráfico de animais, assunto super triste e importante.

Acho super exagerado pessoas que criticaram o filme por mostrar “o lado ruim do Rio de Janeiro”. Como a maioria dos filme situados no Brasil, a história acontece no Rio de Janeiro, na semana do carnaval, e mostra os desfiles, as favelas misturadas com as belezas da cidade, praias, a criminalidade, o futebol … o que isso tem de exagerado? Sim, é claro que o Brasil não tem só isso para mostrar, mas todo país sempre é reconhecido por aquilo que se destacada nele. Nem todo americano gosta de basquete, o Japão não é so Tóquio e no Afeganistão não existe só guerra e terrorismo.

O filme mostrou o carnaval e as favelas de forma bem fofa, pra falar a verdade … todo mundo sabe que carnaval de rua no Rio de Janeiro e as favelas são mil vezes piores do que aquilo que é representado de forma divertida e delicada no filme. Amo ser brasileira, não sou o tipo de pessoa que fica falando criticando o Brasil, mas sei reconhecer o que existe de bom e ruim por aqui.

Outra coisa que amei no filme é que uma das músicas da trilha sonora, Telling the World, é do Taio Cruz. Amo ele!

Pra quem não reconhece por nome, Taio Cruz é um cantor pop britânico. Aquele de “Break Your Heart”, rs.
Ele gravou também Dirty Picture, com a Ke$ha e Higher com a Kylie Minogue, mas as músicas que eu mais gosto são as dele sozinho mesmo.

O cd Rokstarr tá no meu iPod faz um tempão e sempre escuto. Adoro todas as músicas, mas as minhas favoritas são as dancantes No Other One e Take Me Back, e as românticas I’ll Never Love Again e Only You. <3

Recomendo o filme (e as músicas do Taio Cruz, hehe) pra todo mundo. Amei, vale a pena prestar atenção em todos os pássaros da história e seus olhos grandes (olhos grandes é a chave do sucesso fofístico). Coisinhas mais lindas do universo! *-*

Cinema: Bruna Surfistinha e Justin Bieber

Eu não sou eclética só na música, não. No quesito cinema eu também assisto de tudo, sem preconceitos. Tenho preguiça de gente que não escuta nem morto tal tipo de música ou jamais assistiria tal filme, sabe?

E provando minha total não-frescura com cinema, mesmo atrasadinha, hahaha, assisti nos últimos dias os dois filmes mais criticados do último mês …

A história de Raquel Pacheco, mais conhecida como Bruna Surfistinha, eu já conhecia a tempos. Não tenho problema algum em dizer que li, sim, os livros da garota de programa mais famosa do Brasil e que acompanhava (escondida, claro) o blog na época do auge da sua fama como blogueira, rs.

Sempre achei a Raquel uma personagem muito interessante. Afinal, rola uma dúvida, ou no mínimo curiosidade, sobre o que leva uma menina com boas condições de vida a sair de casa, largar a família e ir se prostutuir?

O filme é legal, no geral. Claro que não é uma obra prima do cinema nacional, mas é um bom divertimento. Muita gente julga Raquel por  suas atitudes, mas rola toda uma história muito mais complexa por conta dos sentimentos da personagem, e não sei se o filme por si próprio consegue expressar isso. No geral, ela não era apenas uma adolescente “rebelde” quando saiu de casa, era uma menina infeliz, cheia de dúvidas e incertezas em relação a vida e em relação a si mesma.

Mas acho que o filme já vale a pena só pela Deborah Secco … gente, como essa mulher tá absurdamente linda no filme! #likenoface

Acho que não teria forma melhor de começar a falar do filme/documentário sem ser: se você não gosta de Justin Bieber, não perca seu tempo assistindo e criticando. Assim como qualquer documentário relacionado a algum artista, só os fãs vão gostar! rs

Não vou dizer que sou fã dele, mas adoro as músicas, afinal são do meu estilo favorito: pop! :)
Critiquei quando soube que a vida da franjinha mais fofa do mundo ia virar filme. O que teria de tão interessante em uma vida tão curta? Mas confesso que gostei bastante do documentário e de ver que ele não foi simplesmente mais um “artista criado pela mídia”. Ele era simplesmente um menino muito talentoso que tinha um sonho, saiu do nada, arriscou, batalhou, acreditou muito e chegou lá!

Acho que o mais legal do filme é ver o quanto é louca essa relação das fãs com ele. É um amor incondicional, que aos olhos de outras pessoas pode parecer um exagero, mas é simplesmente a forma como elas conseguem demonstrar o quanto admiram ele. Achei MUITO LINDA a cena de One Less Lonely Girl e quase chorei #prontofalei

White Collar

Confesso que eu sou meio chata para acompanhar séries, nunca acompanho até o final. Desde que Lost acabou ficou um vazio em minha vida (hueheuhehe) e todas as séries me parecem fracas e sem graça.

Durante as férias, meu namorado me apresentou White Collar dizendo ser uma série legal … opinião duvidosa. No fim das contas, ele acabou me convencendo a assistir me falando que eu ia gostar do protagonista, Matt Bonner, que interpreta Neal Caffrey …

Aposto que agora vocês ficaram com vontade de assistir também! hueheuheuhe <3

Neal é um criminoso que utiliza suas habilidades para ajudar o FBI a solucionar crimes de “colarinho branco”, de onde vem o nome da série. Eu não sou fã de séries assim, de solucionar crimes e blá blá blá, como CSI, mas gostei bastante de White Collar, pelos personagens que são muito bem construídos!

Outra coisa muito boa da série é a mistura da trama principal (o caso de Neal em busca da sua namorada que está, aparentemente, sequestrada) com os casos a serem resolvidos que aparecem em cada episódio, e a forma como eles interagem.

Eu estou vendo o nono episódio da primeira temporada ainda (a série está na segunda temporada) e to amando o clima de “meu deus o que vai acontecer agora?” que fica no ar. Muita coisa vai mudando durante os episódios, o que parecia ser, não é mais, e muda a toda hora.

É isso que eu gosto de ver em séries: mistérios que te fazem ficar com vontade de assistir o próximo episódio a qualquer custo! ;)